terça-feira, 21 de junho de 2011

vingança feminina

Há tempos tento escrever sobre a vingança feminina, mas ainda me falta inspiração. Enquanto isso, piadinha que recebi via email.



Um homem sempre zoava sua mulher que era loira.

Um dia, ele passou na casa de seus amigos para que eles o acompanhassem ao aeroporto, porque sua mulher iria viajar.



Como sempre zoava com ela, ele disse na frente de todo mundo:

- Amor, traz uma francesinha de Paris pra mim?

Ela abaixou a cabeça e embarcou muito chateada. A mulher passou quinze dias na França.

O marido pediu que os amigos o acompanhassem novamente ao aeroporto.

Ao chegar lá, ele perguntou para a mulher:

- Amor, você trouxe minha francesinha?

Ela disse:

- Eu fiz o possível. Agora é só rezar para nascer menina!

domingo, 19 de junho de 2011

o “não era pra ser”

Não consigo entender porque os homens nos acham seres complexos. Nós, mulheres, somos tão óbvias e previsíveis que chega a ser monótono. Isso ficou evidente na última sexta-feira, quando fui assistir à peça Os homens são de Marte... e é pra lá que eu vou, com a Mônica Martelli. O texto nada mais é do que uma visão feminina do “amor”.

Ao nos depararmos com “aquele” boph, sempre achamos que ele é “cara”. Que vai casar com a gente, que vai ser o pai dos nossos filhos, que vai envelhecer ao nosso lado – imprescindível dizer que todos estes momentos são devidamente imaginados feito um filme nas nossas mentes férteis.

Acontece que, depois que abrimos as pernas, ele some – aqui, observamos uma característica previsível no que tange o universo masculino. Para justificar de alguma maneira toda a esperança depositada no “relacionamento” – aliás, relacionamento este que só existe na nossa cabeça, pois pra eles não passamos de mais um corpo, ou passatempo -, nos resumimos dizer o clássico “não era pra ser”. Francamente, quem nunca se valeu desta desculpa esfarrapada para explicar um pé bem dado na bunda?

Mas agora, o problema não é falar ou pensar isso. O problema é a quantidade de vezes que temos que repetir esta frase infame ao longo da vida. Eu já perdi a conta, inclusive. A solução? Acho que cabe muito mais a nós uma mudança do que esperar pelos homens. As mulheres precisam estar seguras de si e esquecer o desespero, afinal, como me disseram há uns meses – e eu chorei ao ouvir – “o que é teu tá guardado”. Esperemos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

pontuação

E você veio, então, e colocou um ponto final. Deixou pra trás todas as nossas exclamações. Nossas vírgulas. Nossos travessões.
Abriu um parênteses entre nós e, sem que eu pudesse impedir, usou um ponto e vírgula para nos separar.
Antes que eu pensasse em te mostrar dois pontos e abrir aspas, saíste e me deixaste só com reticências.
Agora cá estou, sem entender nada, buscando respostas para esta tua interrogação.


Só pra constar...acho que estas frases ficariam lindas desfilando num T1 lotado.

terça-feira, 10 de maio de 2011

síndrome da mulher chiclete

Alou queridas leitoras assíduas! Queria dizer para vocês que voltei, mas, se o fizesse, estaria mentindo. Paro para escrever minhas análises sobre o universo – complicado – feminino nos raríssimos momentos em que não estou digitando sobre a importância da televisão e das telenovelas na vida dos brasileiros – leia-se monografia.

Como já sabem de looongos anos, sou uma observadora nata. Fico de olho em tudo o que acontece ao meu redor sem deixar escapar uma vírgula sequer. Eis que então, me deparo com um comportamento frenético de algumas amigas e, como não poderia deixar de ser, tenho o dever de torná-lo público.

Não sei o que houve, mas, de uns tempos pra cá grande parte destas amigas apresentam uma necessidade – aqui, no sentido mais forte do termo – de ter um par de bolas para chamar de seu. Não sei se é amor em excesso, fogo demais ou carência na velocidade cinco, mas fato é que elas estão sempre buscando um saco pra se pendurar.

Até aí tudo bem. Toda mulher traz na sua essência – por mais masculina que seja – um lado carenteprecisodeumbophurgente. O problema é quando elas piram em uns tipos que, minhas caras, devo-lhes confessar, são de chorar no cantinho. Mas, até aí tudo bem (parte 2), afinal, gosto não se discute e o amor é cego.

Agora, o que me admira é o chiclete grudado na sola do sapato em que elas se transformam. Tratam simples peguetes como se maridos fossem. Cobram coisas que eles, infelizmente, ainda não são capazes de dar. Surtam ao receber um mero “sim”, “não” ou “talvez” por SMS. Especulam milhares de possibilidades para um sumiço injustificado e ainda prometem dar pra todo mundo caso o dito cujo não dê as caras em um prazo pré-determinado por suas mentes doentias.

Mas você, querida leitora assídua, deve estar aí se corroendo louca para saltar para dentro do computador e dizer “ah ok, Camila, tu não faz isso também?”. Respondo-lhes: é claro que faço. Seria contra minha natureza feminina não o fazê-lo. Aliás, só escrevo hoje este texto, pois estou livre desta síndrome. Não sei por quanto tempo, mas enquanto a minha vez não chega me dou a liberdade de analisar os outros.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

tpm

Ultimamente tenho odiado o fato de não ter nascido com um par de bolas e um pêndulo no meio das pernas. Ser mulher é lindo, mas cansa.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

dia do beijo

Alou queridas leitoras assíduas!

Passo rápido por aqui para desejar a todas um Feliz dia do Beijo.
Aproveitem da melhor maneira possível: beijando. Mesmo que seja a tela do computador com o Skype conectado. ¬¬

segunda-feira, 4 de abril de 2011

nossa...

...que saudades disto aqui. Estou pensando em escrever contos e postá-los, já que piranhice está em falta neste corpinho ruivo. Que tal?

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